segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Prima Julieta - 1 ºano


Prima Julieta 
                 Murilo Mendes 


Prima Julieta, jovem viúva, aparecia de vez em quando na casa de meus pais ou na de minhas tias. O marido, que lhe deixara uma fortuna substancial, pertencia ao ramo rico da família Monteiro de Barros. Nós éramos do ramo pobre. Prima Julieta possuía uma casa no Rio e outra em Juiz de Fora. Morava em companhia de uma filha adotiva. E já fora três vezes à Europa. 
Prima Julieta irradiava um fascínio singular. Era a feminilidade em pessoa. Quando a conheci, sendo ainda garoto e já sensibilíssimo ao charme feminino, teria ela uns trinta ou trinta e dois anos de idade. 
Apenas pelo seu andar percebia-se que era uma deusa, diz Virgílio de outra mulher. Prima Julieta caminhava em ritmo lento, agitando a cabeça para trás, remando os belos braços brancos. A cabeleira loura incluía reflexos metálicos. Ancas poderosas. Os olhos de um verde azulado borboleteavam. A voz rouca e ácida, em dois planos; voz de pessoa da alta sociedade. Uma vez descobri admirado sua nuca, que naquele tempo chamavam de cangote, nome expressivo: pressupõe jugo e domínio. No caso somos nós, homens, a sofrer a canga. Descobri por intuição a beleza do cangote e do pescoço feminino, não querendo com isto dizer que subestimava outras regiões do universo.

sábado, 6 de outubro de 2012

Conservação da Quantidade de Movimento-Física Amaury


        Vegeta luta por seus entes queridos.
               No episodio 29 de Dragon Ball Z Saga de Boo’s Vegeta usa o que seria a última técnica do Príncipe dos Saiya-Jins para derrotar o Majin Boo's. Vegeta fez um suicídio: se explodiu. Sua cara de dor demonstra isso. Majin Boo foi cruelmente desintegrado, e toda a região junta. Mesmo afastados, a explosão jogou o quarteto (Goten, Trunks, Piccolo e Kurinin) para longe.
Suas ultimas palavras foram: “Trunks...Bulma...Eu faço isso para vocês... e sim, até para você, Kakarotto!”
Após a explosão acabar, Um pontinho rosa começou a crescer, e dele se formaram milhares de mini Majin Boo's. Depois, todos se uniram e formaram o monstro novamente! De uma única célula, o monstro se regenera completamente.
Na explosão em questão consideremos o Vegita de massa 90 Kg tem uma velocidade de 50 m/s e explode em duas partes. Um terço da massa é lançada para trás com velocidade de 30 m/s.
 
Determine a velocidade com que é lançada a outra parte.Analise esse texto e veja o que acha.
M1 + M2 = 90 Kg
M1 = 50 Kg
M2 = 40 Kg

               Agora vamos calcular á massa 1 mais a massa 2 vezes a velocidade 1 e a velocidade 2
(M1 + M2)V = -M1V1 + M2V2
90 x 50 = -50 x 30 + 40 x V2
4500 = -1500 + 40V2
6000= 40V2
6000/40=V2
V2 = 150
À segunda parte é lançada á:

V2 = 150 m/s


Alunos: Enzzo Matheus, Karine Kis e Larissa Tamara
Serie: 1º Ano Medio
Qi sul

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Conservação da Quantidade de Movimento


 Conservação da Quantidade de Movimento - Amaury  1°ano
Você já deve ter visto a colisão de Ayrton Senna, que ocorreu em 1 de maio de 1994, em Ímola, na Itália onde o mesmo veio a falecer, pois o seu veículo chocou-se com o canteiro da pista. Supondo que sua velocidade era de 350Km/h (97m/s) e com a massa do carro + a de Ayrton 500Kg colidiu com o canteiro, como é estático (parado) e com o peso de 200Kg (desprezando o mesmo). Após a colisão o carro regrediu a sua velocidade para 54Km/h (18m/s). Determine a quantidade de Movimento, antes e depois da colisão.

Para obtermos o resultado, primeiro vamos pôr os dados que são os seguintes:
Mcarro = 500 Kg
Mcanteiro= 200Kg-> DESPREZIVEL
V0 CARRO= 97m/s
V0 CANTEIRO= 0m/s-> DESPREZIVEL

Certo! Após de colocarmos todos os dados, vamos calcular sua constante de movimento, antes da colisão?
500 Kg x 97m/s = 48.500 Kg m/s
Caso você não entendeu, literalmente é assim: Q1 = MA . V1A - MB .V1B

Agora iremos calcular sua constante de movimento, após a colisão: Q2 = MA . V2A + MB .V2B
Substituindo,
500 Kg x 10m/s = 5000 Kg m/s

Sua quantidade de IMPULSO é de 39.500N.S.

Impulso é Força x Variação de Tempo.
Supondo que o tempo do choque com o muro foi de 0,5segundos e o impulso da colisão 39.500 N.S. temos:
39.500 x 0,5 = 79.000N ou 7.900Kg

O impacto em Ayrton Senna foi de:
500Kg ---------79000Kg
70  Kg ---------      X

X = 7,9T x 70 : 500
X = 1,106T o impacto que Ayrton sofreu.

GRUPO:
Lucas Rodrigues
Brena Heloiza
Bruna Helena
Marta Martins
Agripino Medeiros 
Asley Vinicius

Tipos de argumento - Dissertação


1. Argumento de Autoridade: a conclusão se sustenta pela citação de uma fonte confiável, que pode ser um especialista no assunto ou dados de instituição de pesquisa, uma frase dita por alguém, líder ou político, algum artista famoso ou algum pensador, enfim, uma autoridade no assunto abordado. A citação pode auxiliar e deixar consistente a tese.

Não se esqueça de que a frase citada deve vir entre aspas. Veja:

O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. “Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” - a famosa frase-conceito do diretor Gláuber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado. (Adaptado de Época, 14/04/2004)

2. Argumento por Causa e Conseqüência: para comprovar uma tese, você pode buscar as relações de causa (os motivos, os porquês) e de conseqüência (os efeitos). Observe:

Ao se desesperar num questionamento em São Paulo, daqueles em que o automóvel não se move nem quando o sinal está verde, o indivíduo deve saber que, por trás de sua irritação crônica e cotidiana, está uma monumental ignorância histórica.
São Paulo só chegou a esse caos porque um seleto grupo de dirigentes decidiu, no início do século, que não deveríamos ter metrô. Como cresce dia a dia o número de veículos, a tendência é piorar ainda mais o congestionamento – o que leva técnicos a preverem como inevitável a implantação de perigos.
 (Adaptado de Folha de S. Paulo. 01/10/2000)

3. Argumento de Exemplificação ou Ilustração: a exemplificação consiste no relato de um pequeno fato (real ou fictício). Esse recurso argumentativo é amplamente usado quando a tese defendida é muito teórica e carece de esclarecimentos com mais dados concretos. Veja o texto abaixo:

A condescendência com que os brasileiros têm convivido com a corrupção não é propriamente algo que fale bem de nosso caráter. Conviver e condescender com a corrupção não é, contudo, praticá-la, como queria um líder empresarial que assegurava sermos todos corruptos.
Somos mesmo?
Um rápido olhar sobre nossas práticas cotidianas registra a amplitude e a profundidade da corrupção, em várias intensidades.
Há a pequena corrupção, cotidiana e muito difundida. É, por exemplo, a da secretária da repartição pública que engorda seu salário datilografando trabalhos “para fora”, utilizando máquina, papel e tempo que deveriam servir à instituição. Os chefes justificam esses pequenos desvios com a alegação de que os salários públicos são baixos. Assim, estabelece-se um pacto: o chefe não luta por melhores salários de seus funcionários, enquanto estes, por sua vez, não “funcionam”. O outro exemplo é o do policial que entra na padaria do bairro em que faz ronda e toma de graça um café com coxinha. Em troca, garante proteção extra ao estabelecimento comercial, o que inclui, eventualmente, a liquidação física de algum ladrão pé-de-chinelo.
 (Jaime Pinksky/Luzia Nagib Eluf.. Brasileiro(a) é Assim Mesmo, Ed.Contexto)

4. Argumento de Provas Concretas ou Princípio: ao empregarmos os argumentos baseados em provas concretas, buscamos evidenciar nossa tese por meio de informações concretas, extraídas da realidade. Podem ser usados dados estatísticos ou falsos ou fatos notórios (de domínio público).

São expedientes bem eficientes, pois, diante de fatos, não há o que questionar...
No caso do Brasil, homicídios estão assumindo uma dimensão terrivelmente grave. De acordo com os mais recentes dados divulgados pelo IBGE, sua taxa mais que dobrou ao longo dos últimos 20 anos, tendo chegado à absurda cifra anual de 27 por mil habitantes. Entre homens jovens (de 15 a 24 anos), o índice sobe a incríveis 95,6 por mil habitantes.
 (Folha de S. Paulo. 14/04/2004)

E aí, não é fácil?

Beijos, pessoal!

Texto de 

Odete Antunes

Experiências Químicas - 3 Ano ( Reação Bala de Menta e Refrigerante do tipo Cola)