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sábado, 18 de maio de 2013

Pessoal descupa postar aki mais esse momento é especial para todos :3 Aki está meus agradecimentos e tal por TUDO que vcs fizeram na minha vida :3


PARA OS NOVATOS!!!! 
SEJAM BEM-VINDOS


Espero que tenham grande emoções, grandes brincadeiras e boas notas !!!E sem me esquecer é claro do Isaias, que apesar de tudo, dos conselhos e da arrogancia foi e vai ser para o nosso bem PODEM TER CERTEZA..Um salve para a turma do 2ºano: Sejam Bem-Vindos á melhor sala do Colegio.Um abraço... Oz Ouzadoo$s

quarta-feira, 30 de maio de 2012

TRABALHO DE FILOSOFIA

LEMBRANDO QUE NOSSO TRABALHO É PARA SER ENVIADO ATÉ DIA 18/06/12 PARA O EMAIL: luanasantoscunha@hotmail.com Assunto: O contrato social na ótica de Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau

JEAN-JACQUES ROUSSEAU

Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra no ano de 1712 e morreu em 1778. Uma curiosidade sobre Rousseau é que em 1750, na França, houve um concurso de dissertações sobre os reais benefícios que as ciências e as artes tinham proporcionado aos seres humanos. Para participar, ele escreveu a obra "Discurso sobre as ciências e as artes" para responder de forma negativa essa questão criticando a civilização e, assim, venceu o concurso. Porém foi com outra obra que Rousseau se tornou um filósofo reconhecido como "pensador contratualista": o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens (chamaremos apenas de Discurso), onde ele questionou se a desigualdade social entre os homens justifica-se em desigualdades naturais. É legal nós notarmos que Rousseau também é um filósofo contratualista! Mas afinal, por que ele foi rotulado como contratualista? Rousseau, assim como Hobbes e Locke acreditava que existia um estado de natureza onde o homem não conheceria ainda a vida em sociedade e só depois de um contrato social entre os homens é que se instauraria a civilização, a vida social. Ele acreditava que o homem social é corrompido pela sociedade. Mas como assim? Para Rousseau, o homem natural se move exclusivamente por um impulso de conservação, todavia, ele discorda de Hobbes que via esse homem natural mau, agressivo, desejoso por poder, que retiraria o ser humano fraco do seu caminho se isso servisse para satisfazer seus desejos. Segundo Rousseau, esses traços não pertencem ao homem natural, mas ao homem que se corrompeu nas condições da civilização. A partir desse ponto, Rousseau desenvolveu críticas severas à sociedade, o que gerou diversas interpretações errôneas a cerca da sua imagem do "estado de natureza" e do homem natural, o que nos leva ao "mito do bom selvagem".
No entanto, ele deixa claro que o estado de natureza não necessariamente existiu, mas é uma situação que descreve como seríamos se não fôssemos desde cedo submetidos às influências d avida em sociedade, afinal, seríamos apenas movidos pelo impulso de conservação que combina o amor de si e a compaixão, onde o primeiro nada mais pe do que um sentimento natural de preservação da vida presente em todos os animais e que se concretiza com a realização das necessidades de sobrevivência. Desse modo, não existiria disputas entre os seres humanos e se por ventura ocorresse algum conflito, este seria de poucas agressões e o vencedor terminaria com a presa, enquanto o perdedor, sem rancor, procuraria outro local para caçar. A compaixão, por sua vez, impederia o homem de cometer alguma ação abertamente destruidora diante dos seres humanos, pois repugnamos a contemplação do sofrimento de outros seres humanos. É interessante frisar que a humanidade natural antecede a dimensão da moral, pois o homem natural - que é um ser amoral - só conheceria as normas, os valores que regulam as suas ações, depois do pacto social que nos colocaria num contexto de civilização.

AULA SOBRE JOHN LOCKE

John Locke era inglês e nasceu em 1632. Apesar de sua formação em medicina, Locke se dedicou à Teoria do Conhecimento, uma vez que ele entendia o ser humano como sendo equivalente a uma "tábula rasa" que seria preenchida através da educação, ou seja, do uso da razão ao longo do tempo. Daí suas reflexões se basearem na Teoria do Conhecimento. Podemos afirmar que Locke é um contratualista porque para ele há um estado de natureza e só depois de um contrato social entre os homens é que vem o estado social, político. Diferente de Hobbes, Locke percebia esse estado de natureza como sendo o momento da humanidade em que o homem viveria livre e em situação de igualdade para com os outros homens. John Locke criticava o absolutismo e defendia uma política que não fosse centralizada, mas horizontal, desse modo, o liberalismo de Locke influenciou várias nações européias, como a França que inspirada tanto nas teorias de Locke como no movimento iluminista (que foi bastante influenciado por Locke) realizou a Revolução Francesa (uma das revoluções que sofreram influências do Liberalismo de Locke. Aqui no Brasil a Inconfidência Mineira foi uma revolução influenciada pelo Iluminismo que por sua vez pode ser chamado de Esclarecimento ou Século das Luzes). Segundo esse pensador, o trabalho seria o meio pelo qual o homem se apoderaria da natureza, podendo transformá-la para sua sobrevivência e assim fazer da parte onde esse trabalho foi realizado, sua propriedade. Em seguida veremos as questões da propriedade privada e da liberdade para Locke.

AULA SOBRE THOMAS HOBBES

Vamos ver a partir de agora os pensadores denominados de "contratualistas" iniciando por Thomas Hobbes, famoso autor da obra "Leviatã".
 (Thomas Hobbes, 1588-1679)

Thomas Hobbes era inglês, nasceu no século XVI, mas precisamente em 1588. Em sua vida ele adquiriu um vasto repertório intelectual, pois conviveu com Francis Bacon (no período em que foi secretário pessoal dele durante alguns anos), com Galileu Galilei e com René Descartes, todos importantes pensadores que contribuíram para o desenvolvimento do seu pensamento que gira em torno da defesa do Estado Absolutista (poder total aos Estado).
Assim como Maquiavel, Hobbes não acreditava que os homens possuíam uma natureza boa. Ao contrário, ele também achava que a natureza dos homens por essência era má. Para Hobbes o homem tinha a natureza insocial, era egoísta, tramava para conseguir realizar seus desejos e satisfazer suas paixões. Tanto é que ele chegou a afirmar que "hominis lupus hominis", ou seja, "o homem é o lobo do homem".

(O lobo é um aninal que destrói sua caça e que luta com seus semelhantes para garantir o seu.
Segundo Hobbes, nossa natureza nos leva à semelhança com esse animal, pois nós nos destruímos, nos caçamos, nos despedaçamos, tudo só para satisfazer nossas vontades.)

Algumas imagens atuais para nos ajudar a entender essa célebre frase de Hobbes:

 (Atentato do 11 de Setembro - EUA)

(Pessoas disputando o alimento no Haiti)


O estado de natureza seria aquele estado onde não há regras, leis, onde se faria o império da lei do mais forte. Entretanto, Hobbes nos diz que viver num estado desses é viver em constante medo, vigilância, desconfiança, mas em total liberdade. Porém, essa liberdade de todos acaba gerando a liberdade de ninguém, pois todos viveriam tramando, maquinando armadilhas, se protegendo do outro. Para que isso terminasse, para que a guerra de todos contra todos chegasse a um fim, foi preciso fazer um “contrato social” que premitisse os homens viverem em sociedade. Nessa condição,  os indivíduoas deveriam ceder parcela de seus direitos, como o direito de punir (ius puniendi) ao Estado, que detém o monopólio institucional da justiça, e ao ceder sua liberdade total receberiam em contrapartida, a segurança pública e a garantia de seus direitos. Desta forma Hobbes procura definir o Estado organizado como um paradigma, como o Leviatã, autoridade inquestionável que imporia a ordem e a justiça para o homem social.

(Leviatã é um terrível monstro marinho citado na Bíblia, não havendo na Terra nenhum ser que a ele se compare em força, poder e sabedoria, curvando-se, então, todas as criaturas à sua imensidão. Com a escolha desse personagem bíblico, Hobbes pretende sublinhar o poder absoluto do Estado sobre os homens.)

ASSUNTOS DO PRÓXIMO V.A. DE FILOSOFIA QUE SERÁ DIA 18/06/12

Bom como vocês já estão sabendo, nosso V.A. está marcado para o dia 16/08/12. Mas para os esquecidos, estou postando não só a data, como também os assuntos que cairão nessa avaliação: THOMAS HOBBES, JOHN LOCKE, ILUMINISMO, JEAN-JACQUES ROUSSEAU Todos também sabem que no "Deu a Louca na Lulu" tem todas as aulas postadas, mas vou postá-las aqui também. Abraços

sábado, 14 de abril de 2012

A Busca Pela Origem do Universo

               Os pré-socráticos buscavam, além de falar sobre a origem das coisas, mostrar que a physis (naturezas) passava por constantes mudanças e que essas eram provocadas por alguma coisa que tentavam conhecer. Por causa das viagens marítimas, da invenção do calendário, da invenção da moeda, do surgimento das polis, da invenção da escrita e da política os gregos passaram a perceber que nada ocorria por acaso e que não existia a interferência de deuses relatados no período mitológico. 

                A cosmologia surgiu como a parte da filosofia que estuda a estrutura, a evolução e composição do universo, sendo a primeira expressão filosófica apresentada no Período pré-socrático ou cosmológico. Suas principais características são: a substituição da explicação da origem e transformação da natureza através de mitos e divindades por explicações racionais que identificam as causas de tais alterações, defende a criação do mundo a partir de um princípio natural e que a natureza cria seres mortais a partir de sua imortalidade. 

               No período em que a cosmologia prevaleceu, as pessoas acreditavam que a natureza somente poderia ser conhecida através do pensamento, ou seja, existia a necessidade de pensar para se chegar ao princípio de todas as coisas que forma, a partir de sua imutabilidade, seres sensíveis a transformações, regenerações, mutações capazes de realizar modificações quanto à qualidade e quantidade. Tal mudança – Kínesis – significava tais modificações, além de significar movimentação e locomoção.



Pensamento Filosofico?


               É uma maneira de pensar o mundo.A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. A filosofia é uma maneira de pensar e é também uma postura diante do mundo.

                Antes de mais nada, ela é uma forma de observar a realidade que procura pensar os acontecimentos além da sua aparência imediata. Ela pode se voltar para qualquer objeto: pode pensar sobre a ciência, seus valores e seus métodos; pode pensar sobre a religião, a arte; o próprio homem, em sua vida cotidiana.

                Uma história em quadrinhos ou uma canção popular podem ser objeto da reflexão filosófica. Há alguns anos, foi publicado no Brasil, um livro chamado "Os Simpsons e a Filosofia", que tratava das questões filosóficas implícitas no famoso desenho animado da TV.

                Como o próprio Bart Simpson, a filosofia é um jogo irreverente que parte do que existe, critica, coloca em dúvida, faz perguntas importunas, abre a porta das possibilidades, faz entrever outros mundos e outros modos de compreender a vida.


                Uma disciplina indisciplinada
Por isso, a filosofia incomoda, pois ela questiona o modo de ser das pessoas, das sociedades, do mundo. Discute as práticas política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague, não perturbe. E, nesse sentido, a filosofia pode ser perigosa ou subversiva, pois pode virar a ordem estabelecida de cabeça para baixo.

Fonte: Internet